Sobre
De onde nasce a ideia do Nos Corredores do STJ?
A ideia de corredores não é apenas simbólica. Corredores não são salas, nem plenário, nem gabinete. São espaços de passagem, de escuta e de observação, onde pessoas, informações, tempos e decisões se cruzam. É nesse movimento, antes da formalização, antes da escrita final, que o Direito é vivido.
Mais do que comentar julgados, a plataforma se propõe a traduzir a dinâmica do Superior Tribunal de Justiça a partir do meu olhar de alguém que está cotidianamente na Corte, acompanha sessões, circula pelos gabinetes, conversa com assessorias e colegas de profissão, e entende que cada decisão é resultado de contexto, tempo, estratégia e escolhas institucionais e sociais.
Aqui, as decisões ganham história e sentido prático. O foco não está apenas no “o que foi decidido”, mas no como, no porquê e no impacto real dessas decisões para a advocacia, para as partes e para o sistema de justiça.
“Nos corredores” é o meu projeto pessoal, idealizado por muito tempo e com muita dedicação, é a junção da minha prática profissional e da minha vivência cotidiana no STJ. É um espaço de análise crítica, curadoria qualificada de jurisprudência e reflexão sobre o funcionamento da Corte, de forma acessível, mas sem perder a técnica.
É, ao mesmo tempo, um lugar de informação e aproximação do Direito à realidade. E revela que, muitas vezes, é nos corredores – e não apenas nos bastidores – que também se constroem os caminhos dos processos.
É dessa percepção, entre o que está nos autos e o que acontece ao redor deles, que o “Nos Corredores do STJ” é criado. Um espaço construído a partir da experiência, da escuta e da certeza de que compreender o Tribunal exige mais do que ler decisões, exige caminhar por seus corredores.
